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O que Investigamos - Produção Científica

Assumindo o seu papel como uma Universidade de Investigação, o ecossistema de investigação da U.Porto contribui para cerca de um quarto da produção científica portuguesa.

Entre 2015 e 2019, segundo dados disponibilizados pelo relatório Produção científica da Universidade do Porto indexada na Web of Science 2015-2019, quase um quarto (23,3%) dos documentos indexados portugueses foram publicados pelo ou em colaboração com o ecossistema de investigação da U.Porto.

Este resultado traduz o aumento da produção científica da U.Porto ao longo dos últimos anos, bem como do número de documentos citáveis que são considerados Highly Cited Papers nas suas áreas científicas. Só no quinquénio 2015-2019, a U.Porto publicou 23.705 documentos de todos os tipos (mais 2.216 em relação a 2013-2017) – 19.227 dos quais citáveis – indexados na Web of Science (WoS), cerca de 24% do total nacional.

A maior parte da produção científica da U.Porto incide nas áreas das Ciências Médicas e da Saúde (com 41% de todos os tipos de documentos e 32% de documentos citáveis), seguida das Ciências Exatas e Naturais (com 35% e 40%, respetivamente) e das Ciências da Engenharia e Tecnologias (15% e 18%) (dados de Web of Science, 2015-2019).

A investigação produzida pela U.Porto é também um importante foco de cooperação com outras entidades da região, do país e do mundo. Um exemplo? 56,1% da produção científica (documentos citáveis) da U.Porto é desenvolvida em parceria com instituições de todo o mundo!

A afirmação da U.Porto enquanto principal produtor de ciência em Portugal reflete-se, igualmente, na posição de liderança que a Universidade tem vindo a assumir nos principais rankings internacionais, nomeadamente no principal barómetro científico do Ensino Superior, o Ranking Leiden, e nas mais recentes edições dos prestigiados National Taiwan University (NTU) Ranking e Shanghai Ranking’s Global Ranking of Academic Subjects.

O esforço de capacitação da U.Porto em termos de infraestruturas e reforço dos recursos humanos tem sido igualmente fundamental para assegurar a competitividade da nossa produção científica e a qualidade da nossa investigação.