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Programa institucional de acolhimento, integração e vivência solidárias no ensino superior.

O que é o programa de Mentoria Interpares?

O Programa Transversal de Mentoria Interpares é um programa institucional de acolhimento, integração e vivência solidárias no ensino superior. Junta atuais e novos estudantes nacionais e internacionais da U.Porto, para que estes se sintam melhor integrados a nível académico, pessoal e social promovendo o sucesso académico, a prevenção do abandono escolar e o desenvolvimento de competências transversais.

A partir da experiência já vivida, os mentores (estudantes já a frequentar a U.Porto e com mais experiência) ajudam os mais novos (estudantes que ingressam pela primeira vez na U.Porto), os mentorados, em todo o processo de integração, desde questões mais básicas – deslocamentos, aulas, inscrições, locais para tirar fotocópias, cantinas, etc – até a outras que podem parecer mais difíceis para quem acaba de chegar.
O objetivo é contribuir para que todos – mentores e mentorados – tenham uma melhor experiência no contexto académico, promovendo o convívio, a partilha e intercâmbio cultural.

O Programa fomenta e privilegia dinâmicas de colaboração interpares no plano do estudo e aprendizagem, capazes de aprofundar o conhecimento e perspetivas reflexivas, criativas e críticas sobre os processos de integração académica, potenciando o bem-estar na Universidade e uma vivência académica solidária, salutar e promotora da dignidade individual.

Tendo em conta a grande diversidade de ciclos de estudos existentes na UP, o Programa pode ser desenvolvido com base numa multiplicidade de desenhos, definições e modos de funcionamento, desde que respeitando os princípios aqui apresentados. Estes Princípios Orientadores definem os objetivos gerais do Programa e o seu modo de funcionamento institucional.

Objectivos gerais do programa

  1. Alargar e aprofundar mecanismos de acolhimento, de acompanhamento, de integração plena e digna dos novos estudantes nos seus ciclos de estudos, nas suas faculdades, na Universidade e na cultura académica que se pretende de excelência, diminuindo as dificuldades decorrentes das mudanças geográficas, escolares, pessoais e culturais;
  2. Envolver estudantes inscritos em ciclos de estudos e anos subsequentes ao primeiro num processo de acolhimento digno e de acompanhamento dos novos estudantes, nacionais ou internacionais, tendo em vista uma formação integral que se deverá traduzir em competências pessoais transversais, como são a atenção ao outro, compreensão e respeito pela diferença e pela dignidade de cada um, a capacidade de ajuda e de partilha de conhecimentos e competências, a identificação de possibilidades de desenvolvimento pessoal e coletivo, tanto no plano técnico como cultural e social;
  3. Estabelecer condições de base para a integração e vivência positiva da universidade, estimulando a autonomia e a tomada de consciência das implicações do papel de “estudante universitário” e de “estudante da U.Porto” em particular;
  4. Reforçar a qualidade das experiências de aprendizagem proporcionadas pela frequência dos diferentes ciclos de estudos da UP, favorecendo a colaboração, a “internacionalização em casa” e o desenvolvimento das capacidades, interesses e potencialidades, a vários níveis, dos estudantes;
  5. Promover a equidade, o sucesso académico, a resolução de dificuldades diversas e prevenir o abandono, desenvolvendo sentimentos de bem-estar pessoal e de pertença, de colaboração e solidariedade, de confiança no outro, através da existência de uma rede interna de apoio académico, cultural e social;
  6. Dinamizar contextos de formação e aprendizagem, potenciadores do desenvolvimento de competências transversais, a partir das práticas e vivências das práticas de Mentoria;
  7. Fomentar a construção de “espaços” individuais de liberdade e autonomia, de autoconfiança e iniciativa, promovendo dinâmicas de convívio e de intercâmbio intercultural no quotidiano estudantil;
  8. Contribuir para a construção de redes colaborativas e democráticas de relações interpessoais, sociais e académicas significativas e de modos solidários e dignos de viver a Universidade;
  9. Consciencializar e envolver toda a comunidade académica numa cultura de intervenção e responsabilidade solidária, que privilegie o exercício da cidadania, o bem comum, a convivência saudável e o respeito mútuo, assim como outros valores da cultura democrática e institucional.

Eixos Estruturantes

Cariz Institucional

O Programa de Mentoria Interpares é desenvolvido numa base de responsabilidade institucional da Universidade do Porto e das suas Faculdades pelos processos de acolhimento e integração social e académica de todos os novos estudantes (nacionais e internacionais), respeitando os objetivos acima referidos.

Envolvimento de estudantes e cooperação interpares

A Mentoria U.Porto, reconhecendo a importância e as potencialidades das relações interpares para a qualidade da integração saudável, visa permitir aos novos estudantes a possibilidade de contar com a disponibilidade voluntária de colegas, há mais tempo a frequentar a UP, para acompanhar o seu processo de inclusão, estimulando práticas salutares e democráticas de vivência no ensino superior, num trabalho próximo de construção de redes e de relações solidárias.

Dimensão Pedagógica e Formativa

O funcionamento da Mentoria U.Porto tem associada uma clara dimensão pedagógica e formativa dos novos estudantes e dos estudantes que se disponibilizam para ser mentores, implicando:

a) O envolvimento voluntário de docentes responsáveis por desenvolver, acompanhar e monitorizar as práticas instituídas;
b) A melhoria da qualidade das experiências de aprendizagem proporcionadas pelas vivências da mentoria;
c) A dinamização de processos colaborativos e solidários de formação;
d) O estímulo da autonomia dos estudantes e a sua capacidade de análise e reflexão crítica;
e) A promoção do desenvolvimento de competências transversais e sociais.

Estrutura Organizativa

Na operacionalização do Programa de Mentoria da U.Porto atuam, com diferentes papéis e responsabilidades, a Universidade do Porto e as Faculdades através dos seus órgãos de gestão, em particular as direções de ciclo de estudos, docentes e estudantes aderentes ao programa.

Para a coordenação institucional e transversal do Programa na Universidade do Porto foi criada, por Despacho Reitoral, a seguinte estrutura que visa a valorização, o acompanhamento e a avaliação regular do Programa, com um funcionamento tão flexível quanto possível:

Vice-reitora para a Formação, Organização Académica e Relações Internacionais – Professora Maria de Lurdes Correia Fernandes;
Teresa Medina (Presidente da Comissão), Elisabete Ferreira, Isabel Pinto, Raquel Barbosa (FPCEUP), Isabel Ribeiro e Teresa Duarte (FEUP);
Cristina Mateus (FBAUP); Renata Barros (FCNAUP); Joaquim Agostinho Moreira, Inês Dutra (FCUP); Paula Maia Santos, Ricardo Fernandes (FADEUP); Tiago Ramalho, Inês Sousa Guedes (FDUP); Isabel Ribeiro, Margarida Bastos, Teresa Duarte (FEUP); Georgina Correia da Silva,  Marta Correia da Silva (FFUP); Sónia Maria Cordeiro Valente Rodrigues, Laura Maria Pinheiro de Machado Soares e Rui Sousa Silva (FLUP); César Leal Silva (FMDUP); Isaura Tavares, João Sérgio Neves (FMUP); Teresa Medina, Elisabete Ferreira, Isabel Pinto, Raquel Barbosa (FPCEUP); Salomé Gomes, Graça Lopes (ICBAS); Sotero Martins, Isabel Bastos e Luciana Lopes (SASUP).
FBAUP – Cristina Mateus;
FCNAUP – Renata Barros, Pedro Moreira, Bela Franchini, Cláudia Afonso e Duarte Torres;
FCUP – Joaquim Agostinho Moreira, Inês Dutra, Albano Beja, Carlos Rocha Gomes, Cláudia Fernandes, Eulália Pereira, Frederico Francisco, Helena Brites, Inês Cruz, Jorge Teixeira, José Paulo Leal, Lia Duarte, Luís Miguel Alvares Ribeiro, Maria João Sottomayor, Maria  Ângela Almeida, Maria da Natividade Vieira, Olga Lage, Rosário Pinto e Susana Carvalho;
FADEUP – Olga Vasconcelos, Paula Queirós, Paula Maia Santos e Ricardo Jorge Pinto Fernandes;
FDUP – Tiago Ramalho e Inês Sousa Guedes;
FEUP – Augusto Sousa, Isabel Ribeiro, Margarida Bastos, Teresa Duarte, Abel Henriques, António José Duarte Araújo, Bárbara Rangel, Cristina Vila, José Carlos Alves, Maria Ascensão Lopes, Maria Henriqueta Nóvoa, Miguel Ferraz e Olga Cristina Pastor Nunes;
 FFUP – Georgina Correia da Silva e Marta Correia da Silva;
FLUP – Sónia Maria Cordeiro Valente Rodrigues, Laura Maria Pinheiro de Machado Soares, Rui Sousa Silva, Cristina Ferreira, Elisa Cerveira, Emília Dias da Costa, Isabel Morujão, João Manuel Pires da Silva e Almeida Veloso, Jorge Bastos da Silva, Jorge Ribeiro, Lígia Ferro, Manuel Francisco Ramos, Manuel Joaquim Moreira da Rocha, Maria da Conceição Pereira, Mattia Riccardi, Natália Azevedo, Sérgio Rodrigues e Simone Tomé;
FMDUP – César Leal Silva, Álvaro Azevedo, Inês Caldas, Inês Corte-Real, José António Lobo Pereira,  Maria Benedita Sampaio Maia, Maria de Lurdes Lobo Pereira, Marta dos Santos Resende e Paula Vaz;
FMUP – Isaura Tavares e João Sérgio Neves;
FPCEUP – Teresa Medina, Elisabete Ferreira, Isabel Pinto, Raquel Barbosa e Filipa Vieira
ICBAS – Salomé Gomes, Graça Lopes, Ivone Silva e Luís Manuel de Mira Vieira;
Residências Universitárias SASUP – Sotero Martins, Isabel Bastos e Luciana Lopes.
Flora Torres

Participantes

Novos Estudantes da U.Porto (Mentorados)

Ultrapassar as dificuldades de adaptação, a falta de conhecimento sobre normas e funcionamento da instituição, conquistando um melhor desempenho académico e integração na vida universitária.

Estudantes já a frequentar a U.Porto (Mentores)

Estimular o contacto social com vista a desenvolver competências importantes como a responsabilidade e o trabalho em equipa e outras competências transversais fundamentais para a sua carreira profissional e percurso de vida.

Docentes e investigadores

Acompanhar as equipas de estudantes, colaborando para o seu desenvolvimento académico e pessoal que, ao partilhar experiência e conhecimentos, envolvem-se ativamente na melhoria da academia.

U.Porto

Promover o sucesso académico e a integração dos estudantes através da identificação de dificuldades no sentido de minimizar o abandono escolar; dando a conhecer a oferta académica, cultural e social. Estimulando uma cultura de qualidade e melhoria da academia ao potenciar a participação de toda a comunidade no seu desenvolvimento contínuo.

A quem se destina?

O Programa Transversal de Mentoria Interpares é totalmente voluntário e depende da solidariedade e do espírito de entreajuda de todos os seus intervenientes.

Novos Estudantes da U.Porto (Mentorados)

Estudantes (nacionais e internacionais) que frequentam, pela primeira vez, qualquer ciclo de estudos da UP, que tenha em funcionamento o Programa de Mentoria e que, voluntariamente, o decidam integrar e respeitar as suas normas e Princípios Orientadores.
  • Responsabilização ética pela criação e desenvolvimento de relações interpares solidárias;
  • Comunicar à equipa de coordenação docente quaisquer situações anómalas que ocorram no âmbito da relação interpares;
  • Participar nas atividades organizadas no âmbito da Mentoria da respetiva UO e da UP;
  • Responder aos instrumentos de avaliação e de melhoria do Programa.
  • Boa receção e integração académica realizada por um/a mentor/a;
  • Apoio institucional, no seu papel de mentorado, por parte da UP, da Faculdade a que pertence, da equipa de coordenação docente e de mentores;
  • Participar nas atividades organizadas no âmbito da Mentoria da respetiva UO e da UP;
  • Decidir unilateralmente a cessação de relação da Mentoria, mediante informação prévia à coordenação, pessoalmente ou através das ferramentas de comunicação institucionais.

Estudantes já a frequentar a U.Porto (Mentores):

Estudantes (nacionais e internacionais) a frequentar, há pelo menos um ano, os diferentes ciclos de estudos da UP e que, voluntariamente e sem qualquer tipo de remuneração, decidem participar no Programa de Mentoria, na respetiva Unidade Orgânica.
  • Responsabilização ética pela criação e desenvolvimento de relações interpares solidárias;
  • Participação nas sessões de formação, nos encontros de boas-vindas e de balanço do Programa de Mentoria da sua UO;
  • Resposta aos instrumentos de avaliação e de melhoria do Programa;
  • Comunicação à equipa de docente da sua faculdade de quaisquer situações que identifiquem e que mereçam uma atenção particular relativas aos seus mentorados/as e/ou de situações anómalas que ocorram no âmbito da relação interpares;
  • Sugestão e dinamização de atividades, de natureza diversa, que considerem pertinentes para uma melhor integração académica e social dos/as estudantes e que promovam a qualidade e diversidade dos percursos formativos;
  • Comunicação antecipada à equipa de coordenação docente a eventual cessação da atividade de mentor/a;
  • Elaboração de um relatório de reflexão e consolidação da sua colaboração como mentores/as, a apresentar no final da sua participação no Programa.
  • Permanente apoio da UP, da respetiva UO e da equipa de coordenação docente, no seu papel de mentor;
  • Decidir unilateralmente a cessação de relação da Mentoria, sem prejuízo do dever de informação prévia à coordenação docente;
  • Participar em todas as atividades organizadas no âmbito da mentoria da respetiva UO e da UP;
  • Inscrição no Suplemento ao Diploma da participação na Mentoria, desde que preenchidos os requisitos necessários ao reconhecimento da atividade como mentor.
  • A frequência em ações de formação que venham a ser organizadas;
  • O exercício de funções como mentor/a pelo menos num ano letivo;
  • O acompanhamento de, no mínimo, um mentorado em cada um dos anos letivos em que foi mentor;
  • A participação nas reuniões plenárias e encontros da Mentoria;
  • Resposta aos instrumentos de monitorização e avaliação do Programa;
  • Elaboração de um relatório sobre o trabalho desenvolvido no Programa de Mentoria de sua Unidade Orgânica. A avaliação será realizada pela equipa de coordenação docente de cada Ciclo de estudos/Faculdade, cabendo-lhe ainda a comunicação da avaliação aos serviços académicos para registo no percurso dos estudantes e ulterior menção no suplemento ao diploma do/a estudante.

Como participar?

Inscrições como mentores

Podem ser mentores os estudantes (nacionais e internacionais), incluindo bolseiros e estudantes de doutoramento, a frequentar, há pelo menos um ano, os diferentes ciclos de estudos da U.Porto que, voluntariamente, decidam participar no Programa.

As inscrições para mentores e a renovação das inscrições dos mesmos realiza-se anualmente, no final de cada ano letivo, e excecionalmente no seu início.

A inscrição é aberta a todos os estudantes da respetiva Unidade Orgânica que integre o Programa, sendo que não existe um número estipulado de vagas, cabendo à Comissão de Faculdade avaliar a viabilidade da sua dimensão.

O Programa Transversal de Mentoria Interpares é totalmente voluntário e não remunerado e como tal depende da solidariedade e do espírito de entreajuda de todos os seus intervenientes.

Os estudantes que se comprometam com a Mentoria e com o respeito pelos princípios de responsabilidade e ética inerentes às suas funções integrarão a equipa de mentores e serão adicionados nas plataformas de comunicação da mesma.

Ser Mentor requer investimento pessoal, de tempo, para o desenvolvimento e a manutenção de uma relação de mentoria baseada na confiança, confidencialidade e respeito mútuo. Características como assertividade, proatividade, empatia, espírito de entreajuda e cooperação, escuta ativa e atitude flexível e competências de liderança e comunicação estão associadas a mentores eficientes.

Inscrições como mentorados

Todos os novos estudantes podem inscrever-se como mentorados sendo que a inscrição deverá ser feita no início do ano letivo,embora possa ocorrer em qualquer altura do ano.

Todos os alunos inscritos poderão adicionar-se ou ser adicionados nas plataformas de comunicação do Programa.

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