N.º 62 (2022): Educação e Ativismo Climático: Práticas e imaginações democráticas juvenis para um mundo comum

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Organizadoras Convidadas:

Carla Malafaia,  Centro de Investigação e Intervenção Educativas, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Porto, Portugal.
Maria Fernandes-Jesus, University of York St John, United Kingdom.
Eeva Luhtakallio, University of Helsinki, Finland.

Jovens de todo o mundo têm-se mobilizado pela urgência de enfrentar a crise climática. Ganhando cada vez mais força, os movimentos de jovens activistas têm vindo a chamar a atenção de todos/as para a inação governamental em relação à crise climática e para as deficiências dos acordos políticos institucionais (Fórum Europeu da Juventude, 2019). Embora para algumas partes do público em geral (principalmente no Norte Global, que tem sido menos afetado) as consequências das alterações climáticas possam ainda parecer um fenómeno algo distante, abstrato e distópico, à medida que se tornam mais amplamente sentidas, mais difícil será reverter o problema (Giddens, 2009). Confrontadas com o paradoxo de terem um problema que pode parecer "não suficientemente grave" e, ao mesmo tempo, pretenderem desencadear uma motivação generalizada para a mudança individual e colectiva, as gerações jovens têm vindo a desafiar os "preconceitos adultistas" e a mobilizarem-se entre si de novas formas e dimensões.

Publicado: 2022-08-31

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