Traumatismos Crânio-Encefálicos

Questões essenciais na prática clínica

Em 1991 e 1996 editei duas monografias sobre Traumatismos Crânio-Encefálicos que foram distribuídas a nível nacional. Considerei na altura que era importante um texto facilmente disponível que resumisse as bases de conhecimento sobre o tema e incluísse bem definidas regras de orientação clínica, essenciais na primeira abordagem clínica de uma patologia que, infelizmente, continua a ser demasiado frequente e a destruir demasiadas famílias pela mortalidade e incapacidade que provoca.

ISBN-13: 978-989-746-191-0

Detalhes do livro:

Título: Traumatismos Crânio-Encefálicos
Autor(es): Rui Vaz
Preço: 19€ 17.10€
Ano: dezembro, 2018
Edição: 1.ª
Editora: U.Porto Press
Coleção: Estudos e Ensino
Série: Ensino e Educação Universitária
ISBN-13: 978-989-746-191-0
Dimensões: 160 mm x 230 mm x 10 mm
Número de páginas: 175
Peso: 290 g
Língua: Português
Tipo de Capa: Mole
Categoria: Educação > Ensino Superior, Ciências > Estudo e Ensino, Medicina > Neurologia

Descrição

Em 1991 e 1996 editei duas monografias sobre Traumatismos Crânio-Encefálicos que foram distribuídas a nível nacional. Considerei na altura que era importante um texto facilmente disponível que resumisse as bases de conhecimento sobre o tema e incluísse bem definidas regras de orientação clínica, essenciais na primeira abordagem clínica de uma patologia que, infelizmente, continua a ser demasiado frequente e a destruir demasiadas famílias pela mortalidade e incapacidade que provoca. Entretanto muita coisa se modificou no conhecimento do assunto: as causas alteraram-se, há um maior conhecimento das bases fisiopatológicas, os métodos diagnósticos evoluíram e a orientação terapêutica está melhor definida. Estes motivos levaram-me a considerar a utilidade e a importância da atualização nesta área do conhecimento, adaptando-as monografias ao “estado da arte”. Optei agora por incluir novos capítulos específicos dedicados aos TCE nos doentes sénior e no desporto, dando também uma muito maior ênfase aos TCE ligeiros, à subvalorizada síndrome pós-traumática e aos aspetos essenciais no diálogo com os familiares destes doentes.

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