A “Renascença Portuguesa”

Pensamento, Memória e Criação

Estamos perante um conjunto extremamente interessante e valioso de reflexões que abre horizontes sobre as influências exercidas por algo que se tornou um verdadeiro movimento cultural, cujo alcance e significado não pode reduzir-se a um campo fechado e exclusivo. Falar da “Renascença Portuguesa” é considerar um impulso fundamental na vida cultural do século XX, indispensável para a compreensão dos diversos caminhos que foram abertos e seguidos pelos intelectuais mais significativos da contemporaneidade.

Detalhes do livro:

Título: A "Renascença Portuguesa"
Autor: António Braz Teixeira, Celeste Natário, Jorge Teixeira da Cunha, José Carlos Seabra Pereira, Manuel Cândido Pimentel, Manuel Gama, Renato Epifânio
Preço: 38€ 34.20€
Ano: dezembro, 2017
Edição: 1.ª
Editora: U.Porto Press
Coleção: Outras Coleções
Série: Para Saber, 51
ISBN-13: 978-989-746-150-7
Dimensões: 160mm x 230mm x 50mm
Número de páginas: 692
Peso: 1198g
Língua: Português
Tipo de Capa: Mole
Categoria: , ,

Descrição

Estamos perante um conjunto extremamente interessante e valioso de reflexões que abre horizontes sobre as influências exercidas por algo que se tornou um verdadeiro movimento cultural, cujo alcance e significado não pode reduzir-se a um campo fechado e exclusivo. Falar da “Renascença Portuguesa” é considerar um impulso fundamental na vida cultural do século XX, indispensável para a compreensão dos diversos caminhos que foram abertos e seguidos pelos intelectuais mais significativos da contemporaneidade. Um ponto de encontro fundamental constitui denominador comum entre os participantes na “Renascença” que o da defesa do audacioso desígnio: “viabilizar uma democracia lusitana” de que se esperaria surgisse o “homem novo” e o “homem livre”. A verdade é que o tempo veio a revelar que tal objetivo mobilizador tornar-se-ia muito mais perene e influente do que poderia parecer à primeira vista – começando pelo sentido poético de Teixeira de Pascoaes, passando pela lucidez política e social de Proença, Cortesão e Sérgio (depois reunidos na “Seara Nova”) e finando na linha modernizadora de Pessoa e de tudo o que Orpheu representará. (Guilherme d’Oliveira Martins)