Portugal 30 Anos de Democracia

(1974-2004)

Foi a conspiração militar do MFA e o período revolucionário de 1974-76 a que ela abriu, involuntariamente, as portas um fenómeno inevitável na História portuguesa, a via possível para acabar com a Guerra Colonial e construir a Democracia? Ou teria sido possível uma transição à espanhola do marcelismo para um regime democrático, na qual os detentores do poder ditatorial cederiam voluntariamente o poder negociando com sectores escolhidos da oposição democrática? Por outras palavras, terá havido um modelo português de transição para a Democracia?

ISBN-10: 972-8025-47-5
ISBN-13: 978-972-8025-47-2

Detalhes do livro:

Título: Portugal 30 Anos de Democracia
Coordenador(es): Manuel Loff, Maria da Conceição Meireles Pereira
Preço: 12€ 10.80€
Ano: janeiro, 2006
Edição: 1.ª
Editora: U.Porto Press
Coleção: Outras Coleções
Série: Para Saber
ISBN-10: 972-8025-47-5
ISBN-13: 978-972-8025-47-2
Dimensões: 160 mm x 230 mm x 20 mm
Número de páginas: 294
Peso: 518 g
Língua: Português
Tipo de Capa: Mole
Categoria: História > História de Portugal, Ciência Política e Relações Internacionais > Ideologias Políticas

Descrição

Foi a conspiração militar do MFA e o período revolucionário de 1974-76 a que ela abriu, involuntariamente, as portas um fenómeno inevitável na História portuguesa, a via possível para acabar com a Guerra Colonial e construir a Democracia? Ou teria sido possível uma transição à espanhola do marcelismo para um regime democrático, na qual os detentores do poder ditatorial cederiam voluntariamente o poder negociando com sectores escolhidos da oposição democrática? Por outras palavras, terá havido um modelo português de transição para a Democracia?
Estas são algumas das questões para as quais este livro pretende contribuir com algumas respostas. Nele se recolhem as comunicações apresentadas ao Colóquio Portugal: 30 anos de Democracia, 1974-2004, organizado pelo Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Letras da Universidade do Porto nos 30 anos do 25 de Abril (2004), no qual participaram algumas das figuras centrais dos últimos vinte anos de estudo sobre o processo português de construção da Democracia, desde Fernando Rosas a Fernando Catroga, passando por António Costa Pinto, Joaquim Azevedo e alguns estudiosos que a partir do exterior interpretam a realidade portuguesa (Josep Sánchez Cervelló e Abdoolkarim Vakil), em conjunto com os professores da UP José Madureira Pinto, Virgílio Borges Pereira, Manuel Loff e Maria da Conceição Meireles Pereira.