Dia Europeu do Património Académico

– 18 de Novembro de 2021

Programa nacional

As universidades representadas no Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas organizam a 18 de novembro, por ocasião do Dia Europeu do Património Académico, um programa de iniciativas que revela a riqueza de uma herança cultural que pode ser usufruída por todos.

Iniciando-se propositadamente nesta data, o II Encontro Nacional Universidade e Cultura terá lugar na Universidade Nova de Lisboa entre 18 e 20 de novembro,  com o objetivo de promover uma maior integração e colaboração entre as instituições de ensino superior e as instituições culturais, de forma a proporcionar aos estudantes um maior e mais diversificado acesso a atividades culturais , bem como o desenvolvimento conjunto de um plano para a cultura.

Este encontro será também um espaço de afirmação da vocação cultural das universidades enquanto espaços abertos e transformadores que celebram a diversidade de culturas e fomentam a livre circulação de ideias.

Refira-se que a Direção Geral do Património Cultural, associando-se à Declaração do Porto sobre Universidade e Cultura, concede de 18 a 20 de novembro – durante a duração do II Encontro Nacional Universidade e Cultura – entradas gratuitas aos estudantes universitários nacionais e internacionais nos museus, monumentos e palácios sob sua dependência.

Consulte abaixo as iniciativas promovidas pelas diversas instituições que se associaram para marcar o Dia Europeu do Património Académico.

Universidade de Coimbra

Lançamento da “Crowdhelix – Heritage & Culture: Interdisciplinary Approaches to Heritage, Culture & Creativity”

18 de novembro, 11h, Sala do Senado da Universidade de Coimbra.

A Heritage & Culture Helix foi criada com o objetivo de agregar e reforçar equipas de investigação interdisciplinares e internacionais para estimular progressos significativos no conhecimento, salvaguarda e promoção do património e da cultura. Estreitamente relacionada com as áreas-foco Citizen Science, Digital, Society and Climate Helixes, a Heritage & Culture Helix agrega e potencia o trabalho de uma comunidade de especialistas que procuram colaboradores internacionais para realizar investigação, ao mesmo tempo que estabelece a ligação com as artes, setores culturais e criativos e a indústria. Os membros serão convidados a participar em webinars, a partilhar as melhores práticas, a formar parcerias e a colaborar em propostas e projetos de financiamento.

Acompanhamento comentado da montagem do programa de curadoria na Sala de Cidade

18 de novembro, todo o dia, na Sala da Cidade, Coimbra.

Numa instalação concebida especificamente para a Sala da Cidade por Carlos Bunga, serão apresentados quatro filmes: La cabeza mató a todos, de Beatriz Santiago Muñoz; Les mains negatives, de Marguerite Duras; A Bissau, le Carnaval, de Sarah Maldoror; e Shadow-Machine, de Elise Florenty & Marcel Türkowsky — todos indiciando temas centrais no pensamento e construção do Anozero’21-22 – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra.

 

Exposição “No sonho do homem que sonhava, o sonhado acordou”

18 de novembro, todo o dia, no Colégio das Artes, Coimbra, acompanhamento comentado da montagem desta exposição que reúne obras de nove artistas que refletem sobre os círculos viciosos do pensamento.

Exposição comissariada pela turma do segundo ano do Mestrado em Estudos Curatoriais do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (que integra o Anozero’21-22 – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra). Colaboração: UmbigoLAB.

Universidade de Lisboa

Apresentação: O Património da Universidade de Lisboa

18 de novembro, 10h, através do YouTube, [link brevemente disponível] com Marta Lourenço, diretora do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Universidade de Lisboa (MUHNAC-ULisboa) e presidente do Comité do Conselho Internacional dos Museus para os Museus e Coleções Universitárias (ICOM-UMAC).

 

Universidade do Porto

Visita e oficina de maquetes

18 de novembro, 9h30, Fundação Instituto José Marques da Silva, Praça do Marquês de Pombal, 30-44, Porto.

A Fundação Marques da Silva irá receber grupos de estudantes do 10.º e 11.º anos da Escola Secundária Aurélia de Sousa, que visitarão, guiados pelo arquiteto Luís Urbano, o acervo de maquetes da Fundação e a exposição “Bartolomeu da Costa Cabral/um arquivo em construção”. A visita encerrar-se-á com uma oficina de maquetes.


Oficina “Mãos na Terra”

18 de novembro, 11h30, Jardim Botânico, Rua do Campo Alegre, 1191, Porto

Sessão participativa sobre a preservação e conhecimento do património natural que integra o museu vivo que é o Jardim Botânico da Universidade do Porto. Limitada a 10 participantes. Inscrições: [email protected].

Academia Polytechnica, lado norte. Edifícios do Porto de 1833, Joaquim Vilanova

Edifício Histórico da Universidade do Porto

18 de novembro, 14h30, Praça de Gomes Teixeira, Porto

Visita guiada conduzida pela historiadora de arte Susana Pacheco Barros aos espaços mais emblemáticos deste edifício (escadaria nobre, salão nobre, sala do conselho e biblioteca do Fundo Antigo) e que terminará com uma apresentação da exposição “José Rodrigues, o Guardador do Sol”, patente na Casa Comum, que celebra os 85 anos do nascimento de José Rodrigues, artista e antigo aluno e professor da Escola de Belas Artes da Universidade do Porto (atual Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto).

Inscrições através do e-mail [email protected]

Exposição “José Rodrigues, o Guardador do Sol”

18 de novembro, 11h00 e 18h30, na galeria de exposições da Casa Comum, Reitoria da Universidade do Porto, Praça de Gomes Teixeira, Porto

Visita orientada à exposição pelo curador da exposição Alexandre Lourenço. Propomos-lhe uma viagem de descoberta dos anos 60 a 80 da produção do artista, fortemente influenciada pelas vivências em África e pelas suas viagens pela Europa e pelo Oriente. Com destaque para o período em que esteve na guerra colonial, esta exposição retrospetiva honra a vontade de José Rodrigues em tornar a arte acessível a todos. Para tatear, ouvir e ver, gratuitamente, até 30 de dezembro.

Máximo de 15 pessoas; inscrição obrigatória, por email: [email protected]

Para mais informações: www.up.pt/casacomum

Casa-Museu Abel Salazar

18 de novembro, 16h00, Rua do Dr. Abel Salazar n.º 488, S. Mamede de Infesta

Para celebrar o Dia Europeu do Património Académico a Casa-Museu Abel Salazar propõe uma visita orientada à sua exposição permanente e à exposição temporária “Clube Recreativo: a Caricatura no percurso académico de Abel Salazar”, mostra que procura destacar a produção de caricaturas, uma das dimensões menos conhecidas na multifacetada obra do patrono desta instituição. Com Susana Pacheco Barros e André Azevedo.

Inscrições através do e-mail [email protected]

Universidade Nova de Lisboa

A Universidade Nova de Lisboa associa-se ao Dia Europeu do Património Académico organizando o II Encontro Nacional Universidade & Cultura, fórum que congrega responsáveis pelas áreas culturais de todas as universidades representadas no Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas.

Assim, na Universidade Nova de Lisboa, iniciando-se a 18 e encerrando a 20 de novembro de 2021 , o programa deste II Encontro intercala debates académicos com interlúdios literários e musicais, recebendo vários representantes de associações, instituições e empresas, com o objetivo de fomentar a circulação de pessoas (e particularmente de estudantes universitários) entre a cultura, a investigação e o ensino.

Pretende-se, ultimamente, promover a vocação cultural das universidades enquanto espaços abertos e transformadores que celebram a diversidade de culturas e fomentam a livre circulação de ideias, a colaboração entre as instituições de ensino superior e as instituições culturais, um maior acesso a atividades culturais para os estudantes, e o desenvolvimento de um plano para a cultura a médio e longo prazo.

Associando-se ao II Encontro e à Declaração do Porto sobre Universidade e Cultura, a Direção Geral do Património Cultural e a EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, de Lisboa, garantem de 19 a 20 de novembro entradas gratuitas aos estudantes do ensino superior nos espaços sob sua responsabilidade, bastando apresentar identificação comprovativa.

Estão assim abertas gratuitamente aos estudantes os museus, monumentos e palácios da DGPC e os museus, monumentos e galerias geridos pela EGEAC.

O Encontro Universidade e Cultura é uma iniciativa do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e do Plano Nacional das Artes. Aceda aqui ao programa do II Encontro.

Universidade de Aveiro

Exposição Seven Steps to …CEJ

18 de novembro, 10h00-18h00, Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro, piso 1 da Biblioteca da Universidade de Aveiro, Campus Universitário de Santiago

Patente até março de 2022 com versão on-line em www.ua.pt/pt/campusjazz/exposicao

Esta exposição é uma síntese biográfica acerca de José Duarte, o radialista e mediador de jazz, baseada na sua própria narrativa, organizada e trabalhada pelos curadores da exposição e sustentada no fundo documental e musicológico que a Universidade de Aveiro integra no Centro de Estudos de Jazz. Inclui-se na programação da primeira edição do Campus Jazz e decorreu da investigação no âmbito do doutoramento de Hélder Bruno Martins que tem também a curadoria desta exposição, em coautoria com Susana Sardo.

Com base em entrevistas concedidas por José Duarte entre dezembro de 2018 e abril de 2019 e cujos excertos são passiveis de audição on-line na versão digital desta exposição, foram posteriormente transcritas e trabalhadas em estreita colaboração com José Duarte, num processo de corte e costura que procurou ajustar ao texto o que se diz em contextos informais, para a construção de um registo biográfico detalhado. Seven steps to… CEJ apresenta assim o percurso de vida de José Duarte, e o modo como ela se foi construindo numa permanente relação com o jazz. Destaca sete eventos experiência – Seven Steps – que vieram a culminar na criação do Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro.

Ao longo das décadas José Duarte foi contruindo um acervo com coleções de várias tipologias: fonográfica, videográfica bibliográfica, epistolográfica, para além de cartazes, folhetos, programas de concertos, documentos pessoais. Um arquivo que conta a sua própria história, mas também a do jazz, do país e do mundo durante o século XX e início do séc. XXI. Em 2004, a Universidade de Aveiro acolheu o acervo de José Duarte que deu origem, em 2007, à fundação do Centro de Estudos de Jazz.

 

Herbário da Universidade de Aveiro: visita guiada a um inestimável património

18 de novembro, 11h00, visita online através de https://youtu.be/1OT6sShR7Wg

Rosa Pinho, responsável pelo Herbário da Universidade de Aveiro e Mestre em Ciências do Mar e das Zonas Costeiras, guia-nos na visita on-line especialmente organizada para assinalar o Dia Europeu do Património Universitário.

O valioso acervo do Herbário da Universidade de Aveiro é constituído por mais de 65 mil espécimes recolhidas ou integradas na coleção, conservadas e estudadas por equipas especializadas. Fundado há 44 anos, o Herbário da UA apresenta uma vasta coleção de espécimes vegetais colhidos no Distrito de Aveiro, constituindo assim, um precioso instrumento para o conhecimento da flora da região. Para além dessa importante coleção regional, podemos ainda encontrar flora de outros locais, nomeadamente, do Parque Natural da Serra da Estrela, do Parque Nacional da Peneda-Gerês, do Parque Arqueológico do Vale do Côa, da ilha de Porto Santo e uma preciosa coleção privada, que pertenceu ao Dr. Armando Reis Moura, que contém plantas de norte a sul do país, sobretudo de áreas protegidas. No que se refere a colheitas fora de Portugal, possui uma importante coleção da flora de Timor-Leste, uma pequena coleção da ilha Vamizi e outras áreas de Moçambique e uma das mais extensas e completas coleções dedicadas ao género Calendula a nível mundial, que conta, também, com um banco de germoplasma.

Apesar de o Herbário da Universidade de Aveiro ser relativamente recente, e não possuir coleções históricas, preserva já alguns espécimes, denominados espécimes tipo, usados para a descrição de espécies novas para a ciência. O Herbário da UA possui também um enorme acervo fotográfico, com fotografias da flora de Portugal, tiradas pela Mestre Lísia Lopes, bióloga e fotógrafa da Natureza.

As atividades atualmente dinamizadas pelo Herbário incluem a organização de visitas, ações de sensibilização, exposições, trilhos, publicações e divulgação e, finalmente, a consultoria.

Anualmente, são recebidas centenas de visitantes nas instalações do Herbário da UA, sobretudo de escolas, desde o pré-escolar até ao ensino secundário, mas também do superior e público em geral.

Concerto Vítrea – Sob o signo do vidro

18 de novembro, 21h00, Auditório do Departamento de Comunicação e Arte.

Entrada gratuita mediante reserva de bilhete (BOL – Bilheteira On-line): https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/101187-festivais_de_outono_vitrea-univ_aveiro_ua/

O vidro é uma das áreas de estudo e investigação identitárias e primordiais da Universidade de Aveiro desde a sua criação. Esta Universidade é também detentora de uma das maiores coleções de vidro utilitário e de embalagem que são conhecidas a nível mundial, constituída e doada por Francisco Madeira Luiz. É assim simbólico que no dia em que se celebra o património académico decorra na Universidade de Aveiro um concerto em que o vidro é protagonista.

Vítrea – sob o signo do Vidro é um concerto integrado na edição de 2021 dos Festivais de Outono, interpretado pelo Clamat – coletivo variável que se dedica à nova música para percussão. Clamat entende o concerto como um ato poético, único e irrepetível. Para além do fomento da criação musical dedicada ao grupo, é parte da linha identitária deste projeto a colaboração artística transdisciplinar. Clamat – coletivo variável, é dirigido por Nuno Aroso e agrega alguns dos mais talentosos jovens percussionistas portugueses. No programa do concerto inclui-se um tema em estreia europeia e outro em estreia absoluta.

Universidade do Minho

UMinho

A Universidade do Minho celebra o Dia Europeu do Património Académico com um amplo programa de atividades, que decorrerá em diferentes espaços e que pretende evidenciar a “Rede” de ativos patrimoniais da Instituição e, simultaneamente, estruturá-los numa “Rota” de visitação tanto para a comunidade académica, como para o público em geral. As atividades propostas tiram partido dos diversificados patrimónios custodiados pelas Unidades Culturais e Diferenciadas da Universidade do Minho, quer em Braga, quer em Guimarães, a que acrescem os espaços reservados à exposição e a eventos, sobretudo localizados no Largo do Paço, designadamente a Galeria do Paço e o Salão Medieval. Organização da Vice-Reitoria para a Cultura e Sociedade.

 

 – Patrimónios centenários –

 

Uma Biblioteca com história e ‘estórias’

18 de novembro, 10h; 11h30; 14h30; 16h00, visitas guiadas aos espaços da Biblioteca Pública de Braga, Praça do Município, Braga.

15 participantes por visita; inscrição obrigatória, por email: [email protected] ou telefone 253601180

 

Um Arquivo por desvendar

18 de novembro, 11h; 14h, visitas guiadas aos espaços do Arquivo Distrital de Braga, Rua Abade Loureira, Braga, prioritariamente para docentes e investigadores.

10 participantes por visita; inscrição obrigatória por email: [email protected]

 

 – Museus –

 

Casa Museu de Monção

18 de novembro, 11h 12h; 14h; 15h, visitas guiadas à Casa Museu de Monção, Rua Conselheiro João da Cunha 46, Monção

15 participantes por visita; inscrição obrigatória pelo email [email protected] ou pelo telefone 251 652 104.

Organização: Casa Museu de Monção (Unidade Cultural da UMinho)

 

Museu Nogueira da Silva

18 de novembro, 10h; 11h; 14h; 15h, visitas guiadas ao Museu Nogueira da Silva, Av. Central, 61, Braga

15 participantes por visita; inscrição obrigatória pelo email [email protected] ou pelo telefone 253 601 275.

 

 – O passado que nos une ao presente –

 

De ínsula romana a biblioteca

18 de novembro, 10h; 15h, visitas aos vestígios romanos, calçada medieval e arco judaico existentes na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Rua de S. Paulo, 1, Braga.  Projeção de filme sobre as escavações arqueológicas,

15/20 participantes por visita; inscrição obrigatória [email protected] ou pelo telefone 253 601 070

 

Venha conhecer a Casa de Sarmento

18 de novembro, 10h; 15h, visitas guiadas à Casa de Sarmento, Largo Martins Sarmento 51, Guimarães, com duração aproximada de 45 minutos.

10 participantes por visita; inscrição obrigatória pelo email [email protected] ou pelo telefone 253 553 109.

 

Patrimónios em/na rede

 

Comunidade de Leitores: Sessão 23

17 de novembro, 17h30-19h00, apresentação do livro “Terra Fria”, de Ferreira de Castro, pela Casa do Conhecimento de Montalegre.

https://bit.ly/CLRCdC_23

 

O Museu Virtual da Lusofonia apresenta-se

O Museu Virtual da Lusofonia (www.museuvirtualdalusofonia.com) é uma plataforma de cooperação académica, em ciência, ensino e artes, no espaço dos países de língua portuguesa e das suas diásporas, que se encontra disponível na Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/virtual-museum-of-lusophony

 

 – Exposições –

 

“BER – Braga em Risco”. Encontro de Ilustração, 5.ª edição

Organização: Município de Braga; produção: Leituras Encantadas. Curadoria de Pedro Soromenho

Exposições  patentes de 5 de novembro a 31 dezembro na Galeria do Paço, Reitoria da U.Minho, Braga:

. Coletiva “Bienal de Ilustração Prémio Eixo Atlântico 2021

. Retrospetiva – “Mafalda Milhões à Procura do Traço”; “Contramão” de Maria Madureira e Teresa Cortez

Exposição patente de 6 a 21 de novembro na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Rua de S. Paulo, 1, Braga

. “Maria Mulata – A Boneca de Pano”, de Dina Sachse. 

 

O direito sobre si mesmo: 150 anos da abolição da escravatura no império português

Exposição patente de 10 de novembro a 31 dezembro, na Galeria do Paço, Reitoria da UMinho, Braga

Organização: Assembleia da República e DGLAB. Comissariado: Miguel Bandeira Jerónimo e José Pedro Monteiro. 

 

Braga no Tempo de André Soares. 300 anos do nascimento do arquiteto riscador

Exposição patente entre 12 de novembro e 31 de dezembro no B-Lounge da Biblioteca Geral da Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga.

Unidade de Arqueologia da U.Minho, coordenação e curadoria de Manuela Martins e Ricardo Mar.

 

 – Espetáculos –

 

Oficinas culturais chinesas; demonstração de Taijiquan; música tradicional chinesa

18 de novembro, 10h30-12h, Átrio do CPII, Campus de Gualtar, Braga. Entrada livre.

 

Concerto de Luca Argel “Samba de Guerrilha – Conferência cantada”

18 de novembro, 21h30, Salão Medieval, Reitoria da UMinho, Braga. Entrada livre, limitada à capacidade do espaço.

Espetáculo organizado no âmbito da “Conferência Internacional WOMANART – Mulheres, artes e ditadura. Portugal, Brasil e países africanos de língua portuguesa” (18 e 19 de novembro na U.Minho).

Universidade de Évora

Colégio do Espírito Santo

18 de novembro, 11h00, visita guiada pelo historiador Manuel Patrocínio. Gratuita, mas com  registo obrigatório.

 

Visitas científicas à cidade de Évora

18 de novembro, 15h00.  Gratuitas, mas com registo obrigatório

 

. Aves de Évora: Onde o Campo Encontra a Cidade, orientada pelo biólogo João Rabaça. Ponto de encontro: entrada principal do Colégio Luís António Verney, Évora (junto ao Mercado Municipal de Évora)

A relação existente entre as sociedades humanas e as aves é antiga, imensa e proficiente, em resultado de alguns traços que as descriminam positivamente em relação a outros animais: no seu meio natural, a maioria das espécies apresenta hábitos diurnos e são geralmente organismos muito conspícuos. Estas razões concorrem para que as aves sejam facilmente detetáveis, o que promove o interesse na sua observação como forma de nos relacionarmos com a natureza. Observar aves surge assim como uma atividade ideal para promover os valores da conservação da natureza, sendo passível de ser realizada, não só no campo e no litoral, mas também nas vilas e cidades. Este é um percurso que convida a observar as aves na cidade de Évora.

 

. Árvores e Arbustos da Cidade de Évora, orientada pelo arquiteto paisagista Mauro Raposo. Ponto de encontro: entrada principal do Colégio Luís António Verney, Évora (junto ao Mercado Municipal de Évora)

A árvore é um elemento indispensável na composição, organização e valorização dos espaços abertos existentes no espaço urbano. A árvore dá escala, marca e referencia percursos e lugares, enquadra e ameniza muitas coerências existentes em espaços construídos. A árvore contribui para regularização microclimática do espaço urbano. Este é um convite para conhecer e reconhecer o material vegetal da cidade de Évora, que constitui um verdadeiro legado patrimonial.

 

. Pedras dos Monumentos de Évora, orientada pelo geólogo Luís Lopes, Ponto de encontro: Sé Catedral de Évora

Nos monumentos da cidade de Évora encontram-se largamente representados, tanto como elementos estruturais como decorativos, os granitos, granodioritos, gnaisses e migmatitos que ocorrem na região. Outras rochas ornamentais ou decorativas também fazem parte do valioso e diversificado património religioso da cidade. Venha descobri-las.

 

. À Descoberta do Esgrafito em Évora, orientada pela arquiteta Sofia Salema. Ponto de encontro: Sé Catedral de Évora

O esgrafito é uma técnica decorativa mural exclusiva de certas regiões europeias. São famosos os esgrafitos renascentistas italianos (Roma, Florença, Pienza) assim como os de Praga, Segóvia e de Barcelona. O esgrafito aparece em Évora nos finais do séc. XV e atinge o seu esplendor, como elemento de valorização do espaço urbano na decoração das fachadas, nos séculos XVIII e XIX.

 

Quarteto de Saxofones: Memórias, de Pedro Iturralde

18 de novembro, 16h30, atuação junto ao Templo Romano de Évora

Universidade dos Açores

Universidade dos Açores

A Universidade dos Açores celebra o Dia Europeu do Património Académico sob o título “Universidade & Cultura – Roteiros e Conversas”

 

Roteiros – Exposições de Cultura e Conhecimento na UAc

15 a 19 de novembro, exposições sobre o património académico das diversas faculdades nos campi de Ponta Delgada (Hall do Complexo Científico, Hall da ESS, Biblioteca), Angra do Heroísmo (Hall da ESS, Hall do Complexo Pedagógico) e Horta (Hall de Entrada).

 

Conversas…

18 de novembro, a partir das 9h30, conversas sobre as espécies raras e coleções valiosas da Biblioteca, o património arquitetónico dos campi de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta e o interesse cultural do jardim do campus de Ponta Delgada. No Auditório da Aula Magna (Ponta Delgada) e auditórios dos campi de Angra do Heroísmo e da Horta. 

Programa:

9h30, Atuação de tunas

10h00, Grupos e atividades culturais na UAc

10h20, A UAc no ‘corredor cultural’ nacional

10h30, Livros e documentos raros da UAc

10h50, Descobertas e património natural raro da UAc

11h10, “O Lema da Universidade” de Urbano (obra comemorativa dos 40 anos da UAc)

11h20, Património edi­ficado e jardim da UAc

11h40 (em Ponta Delgada): Visita guiada ao jardim do campus de Ponta Delgada

Universidade do Algarve

A Universidade do Algarve organiza a sua comemoração do Dia Europeu do Património Académico através das jornadas “Universidade e Cultura: Comunidade, Património e Inovação”

 

 

Universidade e Cultura: Comunidade, Património e Inovação

18 de novembro, a partir das 11h, na Biblioteca António Rosa Mendes, no campus de Gambelas, Faro, e também através da plataforma Zoom.

Programa:

. 11h00, Abertura, com Saúl Neves de Jesus (Vice-reitor da Universidade do Algarve) e Fátima Vieira (Vice-reitora da Universidade do Porto);

. Lançamento da Revista UAlgoritmo nº 3.2, por José Bragança (UAlg-FMCB), um projeto de comunicação e cultura científica;

. Palestra “Projeto Culatra 2030: Comunidade Sustentável”, por Cláudia Sequeira (UAlg-ISE);

. Visita à exposição “Sapais na Culatra” (Fotografias aéreas), por Ana Rita Carrasco (UAlg- FCT-CIMA).

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

A Prova dos Novos – UTAD Alumni Wine Collection 2021

18 de novembro, 17h30, Restaurante Panorâmico da UTAD

Neste evento, quatro enólogos, ex-alunos da academia transmontana, vão apresentar os seus vinhos, em edição especial e única. Depois da prova documentada dos seus vinhos, os enólogos vão passar este “testemunho vínico” para quatro ex-colegas, que ficarão responsáveis pela próxima edição dos Vinhos Alumni UTAD.
Mais do que um tema ligado apenas à enologia, o evento é também uma forma de cultura que tão bem caracteriza o nosso país, mas em especial a região em que a UTAD se insere, o Douro.

Universidade da Beira Interior

Rota CampusLANA

18 de novembro, percurso através dos diversos polos da UBI e do respetivo património, ligado aos trabalhos da lã e do têxtil.

9h30, encontro dos participantes na Parada (antiga Praça Central da Real Fábrica de Panos); em caso de chuva, a caminhada será substituída por uma visita ao Museu dos Lanifícios da UBI e ao campus sob teto (Real Fábrica de Panos, Polos 1, 2…, Real Fábrica Veiga).

A participação é gratuita, mas requer inscrição até ao dia 16 de novembro para [email protected].

 

O património cultural da Universidade da Beira Interior (UBI) está indissociavelmente ligado ao da Covilhã, a chamada “cidade-fábrica”. Podemos mesmo dizer que a cidade-fábrica não morreu, mas se transmutou, dando lugar à cidade-academia que, assim, vive sobre aquela, no seio daquela.

Ao longo da sua história, a Covilhã sempre esteve ligada aos lanifícios, aos ofícios e aos produtos da lã (como o indica, aliás, uma certa etimologia do nome da cidade): primeiro com a manufatura, depois com a indústria.

Se algumas das antigas fábricas ainda hoje são visíveis pelas encostas da cidade, seguindo o curso das ribeiras da Goldra e da Carpinteira, outras há que desapareceram ou estão em ruínas e, outras ainda, que se transformaram. Destas, algumas passaram a albergar faculdades da UBI (Ciências, Artes e Letras, Engenharia, Ciências Sociais e Humanas), residências estudantis (Pedro Álvares Cabral), núcleos museológicos (Reais Fábricas e Râmolas de Sol), a que se junta a Reitoria, situada no convento de Santo António, num passado mais remoto ligado aos trabalhos do burel.

Dar a conhecer esse rico património cultural incorporado na Academia, permitindo um conhecimento que vá além da mera contemplação estética (o que já não é pouco), em direção aos aspetos históricos, geográficos, económicos, sociais, arquitetónicos e outros, é o objetivo central da Rota CampusLANA, proposta pelo Museu de Lanifícios da UBI. Essa rota, cuja inauguração simbólica terá lugar no dia 18 de novembro de 2021, manter-se-á como uma rota continuada e regular tendo como destinatários/participantes não só os estudantes e os docentes e investigadores da UBI, mas também os cidadãos em geral.

Partindo da Parada (antiga Praça Central da Real Fábrica de Panos), a rota segue o percurso das faculdades-polos-fábricas da UBI, subindo e descendo encostas, percorrendo caminhos e escadas, para terminar com a descida da Reitoria, no convento de Santo António, até à sede do Museu de Lanifícios, na Real Fábrica Veiga.

Organização do Museu de Lanifícios da UBI, em articulação com a Reitoria e a Associação de Estudantes.

Universidade da Madeira

Exposição “Pensar Aragão mais (ou menos) exa(c)tamente”

18 de novembro, 11h, Quinta Magnólia, Centro de Arte, Funchal. Visita guiada com Carlos Valente, curador e docente de Estética e de História da Arte na UMa/Faculdade de Artes e Humanidades. Esta exposição integra 17 artistas (dois deles docentes na UMa, no Departamento de Arte e Design) em diálogo com a obra multifacetada e prolífera de António Aragão, artista, poeta, historiador, etnólogo, e um dos mais ativos autores da poesia experimental portuguesa, além de uma seleção de obras e documentos do seu espólio, recentemente adquirido pelo Governo Regional.

 

Exposição “Apontamentos sobre um percurso do ensino das artes visuais na Madeira”

18 de novembro, durante a tarde, na Faculdade de Artes e Humanidades, campus da Universidade da Madeira, visita comentada à montagem da exposição, que inclui documentação, objetos e uma seleção de trabalhos de licenciados em Artes Plásticas e em Artes Visuais (pelo antigo Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e pelo actual Departamento de Arte e Design da UMa), e trabalhos de docentes do referido Departamento. Esta montagem consistirá na antevisão de uma exposição prevista para o final do presente ano letivo e que mobilizará alunos e professores, assim como outras entidades, de modo a construir uma panorâmica do ensino superior artístico na Madeira (da Academia de Música e Belas Artes da Madeira, criada em 1956, ao Departamento de Arte e Design, UMa).

Conceção de Duarte Encarnação e Vítor Magalhães (Departamento de Arte e Design).

Universidade Aberta

Universidade, Cultura e Ciência: a aventura de estudar em qualquer lugar do mundo

18 de novembro, a partir das 10h, jornada no Palácio Ceia, em Lisboa, e também através da plataforma Zoom.

Um país desenvolvido dispõe, por definição, de um sistema de ciência, ensino superior e inovação forte, ou seja, de um ecossistema universitário que cumpre a sua missão ao serviço da comunidade. Nesse sentido, a universidade, além de ser património, no sentido etimológico de um conjunto plural e diverso de bens, é um património que está em permanente reinvenção. A iniciativa da Universidade Aberta decorre da sua participação diferenciada no sistema de ciência, ensino superior e inovação português, ao apostar desde a sua criação, em 1988, em metodologias de ensino alternativas, como forma de chegar a mais pessoas e, desse modo, contribuir para o desenvolvimento do país. Na escolha do desenho da iniciativa, é tida em conta essa especificidade, que não só diferencia como aproxima a Universidade Aberta das demais instituições de ensino superior e a sociedade, com as quais está destinada a colaborar, contribuindo com o que lhe é particular. Foram escolhidos quatro tópicos para discussão, que se referem a matérias que merecem particular interesse dos agentes universitários no nosso tempo, nos múltiplos planos da sua intervenção: a relação entre professores e estudantes nos cenários do ensino digital; a forma de fazer ciência no atual contexto de globalização; a relação entre o território e a formação das pessoas, num tempo e contexto em que é necessário inovar; e uma reflexão sobre as regras e estratégias de publicação em revistas de impacto.

Programa

. 10h00, Abertura, com João Relvão Caetano, Pró-reitor para os Assuntos Jurídicos e Institucionais: A Universidade como património permanentemente reinventado

. 10h30, Um desafio à cultura: como se cria um projeto de ciência global, com José Eduardo Franco. Moderação de Daniela Melaré Barros

. 11h15, Intervalo

. 11h30, Como se cria uma universidade simultaneamente próxima e global, com Domingos Caeiro. Moderação de Marc Jacquinet

. Intervalo para almoço

. 14h30, Como estudar nos nossos dias: uma professora e um estudante em diálogo, com Susana Henriques e Nuno Andrade Ferreira. Moderação de Darlinda Moreira

. 16h00, Motivos de rejeição e aprovação em periódico jurídico classificado nos estratos superiores do ranking brasileiro: um estudo de caso, com Fayga Bedê. Moderação de João Luís Cardoso

. 17h00, Encerramento pela Reitora da Universidade Aberta, Carla Padrel de Oliveira

Universidade Católica Portuguesa

Campus da Palma de Cima, Lisboa:

Exposição “Por ser a terra muito calmosa”

18 de novembro, 13h40, na Galeria Fundação Amélia de Mello, visita guiada à exposição Por ser a terra muito calmosa, do artista Rouzbeh Akhbari, pelas curadoras Luísa Santos e Ana Fabíola Maurício.

Partindo de um projeto de investigação, a exposição individual de Rouzbeh Akhbari (Teerão, 1992) inspira-se numa constelação em torno das lendas quinhentistas de terra comestível – ligadas a míticas atividades paranormais no Estreito de Ormuz –, propondo uma reavaliação do passado, presente e futuro de povos, nações e culturas, e potenciando o restruturar de teorias, narrativas e histórias.

Mais informação aqui.

 

Campus do Porto:

Exposição “Cintura”, de José Pedro Cortes

18 de novembro, 18h30, na Sala de Exposições da Escola das Artes, visita guiada à exposição com o artista, José Pedro Cortes, e a curadora, Sylvia Chivaratanond.

Mais informação aqui

 

EA DASHED CONCERTS #2

18 de novembro, 19h30, Concerto de João Não e Lil Noon no Auditório Ilídio Pinho.

Mais informação aqui.

ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa

Sem iniciativas previstas

Instituto Universitário Militar

Hemeroteca e Biblioteca do Instituto Universitário Militar

18 e 19 de novembro, entre as 09h00 e as 17h00,  abertura ao público da hemeroteca e biblioteca do Instituto Universitário Militar, Rua de Pedrouços, Lisboa, incluindo uma visita guiada aos mesmos espaços, com o título “Um momento para conhecer a Cultura Militar Portuguesa”.

Esta hemeroteca e biblioteca do IUM encerra um vasto espólio documental pertencente à extinta Escola Central de Oficiais e ao Instituto de Altos Estudos Militares, que estiveram na génese do ensino superior militar em Portugal, durante a 2.ª Guerra Mundial e durante a Guerra de África, nas suas componentes terrestre, naval e aérea.

Deste mesmo espólio, destacam-se obras e escritos de personalidades singulares da vida pública e política nacional, tais como do General António de Spínola, do General Costa Gomes, do General Santos Costa, do General Kaúlza de Arriaga, do General Silvino Silvério Marques, do General Espírito Santo, do General Loureiro dos Santos, do General Martins Barrento, do General Abel Cabral Couto, bem como de outras entidades políticas e militares que, desde o período do Estado Novo e do pós-25 de Abril, contribuíram para um aprofundamento da estratégia nacional e da estratégia militar das Forças Armadas Portuguesas, integrada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e na Organização das Nações Unidas (ONU), no que diz respeito à Segurança e Defesa de Portugal, no território nacional e no exterior do mesmo, como coprodutor de segurança internacional.

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