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“Sem dúvida que o Porto é a melhor cidade para os estudantes em Portugal!”

Imari Nkenge-Hinds

Estudante norte-americano da U.Porto

Quero conhecer a história
Imari Nkenge-Hinds
Carolina Dias da Silva

“Tem sido tudo muito melhor do que alguma vez sonhei!”

Carolina Dias da Silva

Estudante da U.Porto

Quero conhecer a história

“Um desafio muito maior que requer muito de nós!”

Luísa Lopes

Estudante da U.Porto

Quero conhecer a história
Luísa Lopes
Bernardo Machado

“Foram cinco anos que valeram muito a pena!”

Bernardo Machado

Recém-diplomado da U.Porto

Quero conhecer a história

“Está a ser incrível. Foi a melhor decisão que eu tomei!”

Mariana Ribeiro

Estudante da U.Porto

Quero conhecer a história
Mariana Ribeiro

Estados Unidos, Índia, Turquia, Brasil, Canadá… Imari já perdeu a conta do número de países por onde já passou e viveu, mas, aos 29 anos, confessa-se apaixonado pela cidade e pela Universidade do Porto, onde frequenta o Mestrado em Treino de Alto Rendimento Desportivo na Faculdade de Desporto.

Licenciado em Ciências do Desporto na prestigiada The University of North Carolina (Wilmington), foi a paixão pelo “soccer” que levou este norte-americano a querer aventurar-se numa universidade na Europa. Não sem antes fazer uma “paragem” no Brasil, em 2013, onde aperfeiçoou o português.

A primeira viagem a Portugal aconteceria em 2015, para participar num estágio da AIESEC. Em Lisboa, Imari conheceu João Oliveira, o “mister” que lhe aconselhou a FADEUP para fazer o mestrado. Entrou finalmente em 2018 e, um ano depois, tem a certeza de que o “Porto foi a melhor escolha”.

“Sem dúvida que o Porto é a melhor cidade para os estudantes em Portugal”

Desafiado a descrever a experiência, o estudante confessa que é “difícil de responder”. “É como o clima no Porto: um dia está muito calor, no dia seguinte está a chover, mas isso é bom porque não gosto de rotinas!”.

Os elogios multiplicam-se. À Universidade e aos professores “porreiros” que encontrou na FADEUP. E claro, à cidade que é hoje a sua casa. “Sem dúvida nenhuma que o Porto é a melhor cidade para os estudantes em Portugal”, atira. Até porque, nas pausas do estudo, não falta o que fazer: “Quando estou numa cidade que tem praia, é muito bom para me poder desligar!”

Carolina já estava ligada à Universidade do Porto ainda antes de o saber. Tem 22 anos e faz parte da terceira geração da família a estudar na U.Porto.

Viu-se a terminar o ensino secundário sem “saber muito bem” a área que gostaria de prosseguir. Havia, no entanto, uma “que sempre esteve ligada à família”, que era a Medicina Dentária.

Sempre soube que queria estudar na U.Porto e mesmo depois de não o ter conseguido “à primeira”, decidiu voltar a tentar e “chegar onde queria”.

“Tem sido tudo muito melhor do que alguma vez sonhei!”

Prestes a iniciar o 5.º e último ano do curso, Carolina recorda uma das “melhores das experiências da vida” que a Universidade lhe proporcionou. Há uns meses mudou-se para o Brasil, para um período de mobilidade.

“Foi difícil de convencer os pais, mas apoiaram-me a ir”. E apesar de não saber como ia reagir ao estar longe de casa, da família e dos amigos, a experiência não podia ter corrido melhor. “Indescritível. Foi espetacular! A melhor experiência que tive até agora, que me permitiu conhecer novas pessoas, culturas novas e aprender num país onde a medicina dentária está muito evoluída”. Tanto que “aconselho a toda a gente a fazer!”.

Para a futura dentista, é “das pessoas” que vai sentir mais falta quando terminar a Universidade. “Foi o que gostei mais, foram as pessoas e é o que vou levar comigo”. Na U.Porto teve também a oportunidade de conhecer “outras culturas, outras pessoas, outros países”. “Tem sido tudo muito melhor do que alguma vez sonhei!”.

Quando chegou a altura de escolher a universidade onde queria estudar, Luísa não teve dúvidas: “Vou para a Universidade do Porto. Isso estava decidido. É a instituição com maior reconhecimento no nosso país!”, diz. Acabou por entrar num curso que não gostou, mas não foi por isso que desistiu. No final do primeiro ano, repetiu os exames nacionais e hoje, aos 24 anos, está quase a concluir o Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica da Faculdade de Engenharia da U.Porto.

Na U.Porto admite ter encontrado um “desafio muito maior, que requer muito de nós”. Um desafio que começou no primeiro momento em que entrou na Universidade. “Estava sozinha, assustada, não conhecia ninguém. Mas estávamos todos na mesma posição e acabou por ser bom”, recorda. Até porque “há uma receção muito boa pela Universidade e pelas faculdades”.

“Um desafio que requer muito de nós”

Desde então já passaram quatro anos de uma aventura que, para a estudante portuense, continua a ser “surpreendente”. Tanto como poderá parecer a opção pela engenharia mecânica, um curso tradicionalmente masculino. Nada que preocupe Luísa, até porque “há uma tendência para haver cada vez mais raparigas!”. De resto, “a engenharia e a mecânica completaram-se “da forma perfeita, por juntar a matemática e a física, numa área que gosto”.

Prestes a iniciar o último ano do curso, Luísa ainda não sabe o que lhe reserva o futuro. “A engenharia é uma área tão versátil e temos tantas opções e podemos fazer várias coisas”. Mas sabe do que vai ter saudades na Universidade. “Dos horários”, por ainda ter a liberdade de poder ter tempo para estudar, se divertir e fazer outras coisas que gosta. Entre elas inclui-se a paixão ligada à produção de conteúdos online para as redes sociais, onde mostra o seu dia-a-dia, seja na faculdade ou fora dela.

Nos últimos cinco anos, a vida de Bernardo foi passada de mochila e prancha na mão. A primeira acompanhou-o diariamente até à Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto, pela qual se acaba de diplomar, aos 24 anos. A segunda levou-o até aos quatro cantos do mundo para participar nas mais importantes competições internacionais de bodyboard.

Mas surfemos na história até 2013. “Acabei o secundário, e como fazia bodyboard, tinha o estatuto de alta competição”, recorda Bernardo. ”Pensou em Medicina, mas acabou por escolher a Medicina Dentária. “Tinha duas opções, mas queria mesmo entrar na U.Porto. E entrei!”

Seguiram-se cinco anos “inesquecíveis” em que “consegui fazer tudo o que queria. Divertir-me e estudar ao mesmo tempo”. Em resumo, “foi uma experiência muito fixe e equilibrada”.

“Consegui fazer tudo o que queria. Divertir-me e estudar ao mesmo tempo!”

E equilíbrio, afinal, é algo que não podia faltar a este campeão das ondas que se habituou a ter que surfar entre os livros. “Ao início foi difícil porque não estava habituado a ter que estruturar a minha vida de forma a conseguir treinar e, ao mesmo tempo, cumprir na faculdade”. Mas “aos poucos, acabei por conseguir equilibrar as coisas, até porque na faculdade temos alguma liberdade para gerir o nosso tempo”.

As vitórias no mar, essas, nunca pararam. E se Bernardo já surfou em “spots” míticos do México, Estados Unidos, Havai e África do Sul, há duas conquistas que nunca irá esquecer. “No primeiro ano do curso, participei no Circuito Nacional Universitário e tive a sorte de conseguir ganhar. Já no último ano, ganhei outra vez. Foi fechar com chave de ouro!”, diz o atual bicampeão nacional universitário de bodyboard.

Prestes a vestir a bata branca de dentista, Bernardo vive já o “adeus” à U.Porto com saudade. “De ser estudante e de não ter as preocupações que surgem quando se vai para o mercado de trabalho. Das festas, do convívio e da Universidade em si. Foram cinco anos que me marcaram e que valeram muito a pena!”.

Aos 21 anos, a Mariana está prestes a terminar o curso de Economia na Universidade do Porto. Mas a realidade poderia ter sido muito diferente se, há três anos, esta vila-condense não tivesse seguido o seu instinto. “Não tinha bem noção do que queria. Foi só no 12.º ano que decidi, e foi um bocadinho por exclusão de partes”, admite. Por isso, recorreu aos exemplos da mãe e de uma prima para traçar o seu destino: a Faculdade de Economia da U.Porto.

Arrependimentos? Nada disso! “Está a ser incrível. Foi a melhor decisão que eu tomei. Adoro o curso, que é muito abrangente e dá para muitas áreas diferentes”, conta Mariana. Mas não só. “Toda a energia da minha faculdade, as festas, todas as oportunidades que tive… Está ser uma experiência inacreditável”.

Entre as oportunidades que Mariana agarrou enquanto estudante na U.Porto destaca-se o semestre passado em Budapeste, ao abrigo do programa Erasmus. “Mudou-me como pessoa. Viver fora de casa, sozinha, é muito diferente daquilo a que estamos habituados. Torna-nos muito mais independentes”. Balanço? “Foi muito bom porque, para além dos estudos, deu para viajar, ir a festas, conhecer novas pessoas…”. Para os novos estudantes da U.Porto, fica o conselho: “Fazer Erasmus é uma experiência muito diferente de tudo o que já viveram e uma oportunidade única na vida. Aproveitem!”

“Adorei o curso, a faculdade, as festas… Foi uma experiência inacreditável!”

Em paralelo com a faculdade, Mariana foi também fazendo o seu percurso como instragrammer, reunindo atualmente mais de 20 mil seguidores na sua página (marianaoribeiro). E tudo começou “mal entrei na Universidade. Eu gosto de ter muitas coisas para fazer e então comecei a tirar fotografias e a publicá-las. As pessoas começaram a gostar e foi crescendo. Tanto que “eu não tinha intenção que fosse um trabalho e neste momento é”. Mas como boa economista que é, Mariana encontra tempo para tudo. “Não é fácil conciliar , mas consegue-se com boa gestão de tempo”, que implica “planear o tempo para estudar, o tempo para o projeto, e claro, ter também tempo para festas e divertir-me!”.

Difícil mesmo é contabilizar as memórias de tudo o que viveu Universidade. “Para além do crescimento a nível técnico e  profissional, é uma experiência pessoal incrível! Saímos da faculdade pessoas totalmente diferentes. Crescemos imenso. Eu só estive cá três anos e mudei complemente. E conheci pessoas que vão ficar para a vida toda…”

Do que a Mariana vai sentir mais saudades? “De estar todos os dias com os meus amigos. Agora vamos ser adultos, vamos ter as nossas vidas e as nossas responsabilidade e não estar todos os dias na faculdade, deixar de ter aquela pausa para o lanche com toda a gente… Isso vai ser o que me vai fazer mais diferença”.