Tiago Campante, à conquista da Via Láctea, estrelas e sistemas planetários

Tudo remonta a 2003, quando Tiago Campante entra na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Seguiu-se um Doutoramento entre a Dinamarca e Portugal (Porto).

Depois de um período no Reino Unido, o investigador mudou-se para a Alemanha e, também, em 2017 voltou à sua “alma mater”. 

É no Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço – uma referência nacional no contexto de investigação em astronomia – que tem desenvolvido o seu trabalho ligado às estrelas e planetas. Tiago Campante estuda a oscilação das estrelas, os exoplanetas e a arqueologia galática, um conceito novo que permite perceber como evoluiu a nossa Galáxia. Tiago Campante docente e investigador no Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. Já conquistou vários prémios nacionais e internacionais. 

Como é que está a mudar o futuro? Há dois pontos de vista. Na verdade, a astronomia está, desde sempre, na vanguarda a vários níveis. Por exemplo, os computadores, os telemóveis e outros aparelhos que têm a sua origem em desenvolvimentos científicos promovidos pela astronomia. 

Além disso, as ciências do espaço são uma área em forte crescimento com know-how português e da Universidade do Porto. São exemplo disso o “caçador de exoplanetas” (TESS), desenvolvido com o apoio de uma equipa portuguesa, a participação na missão Euclid, e muito mais! Todo este contexto poderá potenciar a liderança de Portugal a nível internacional. 

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